"Os seus trabalhos são muito fortes e interessantes e lembram muito Iberê Camargo."

Gilberto Chateaubriant

Fazenda Porto Ferreira, SP - 1999

"Os seus trabalhos evoluíram muito."

Gilberto Chateaubriant

Fazenda Porto Ferreira, SP - 2005

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"Os trabalhos são muito bons, você é um artista, os temas são fortes e as
cores vibrantes, são quadros que emocionam."








    Amílcar de Castro

   
Ateliê do artista rua Goiás - BH

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   "São trabalhos fortes, você consegue distribuir de forma equilibrada todas
as figuras na tela, também as cores e as pinceladas são marcantes."

Siron Franco

Galeria Manoel Macedo, BH - 1999

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"Gostaria de retratar também estes temas, são sombrios e boêmios, são a noite belorizontina, adoro estas mulheres de rua,
a pintura desses momentos e a forma com que você faz estes retratos são únicas."

Inimá de Paula
Ateliê do artista, BH


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"Quando você chegou aqui em casa, bateu na porta e nos conhecemos eu vi de pronto que você é um grande homem, um grande ser humano, uma pessoa cheia de sonhos, cheia de vibrações, cheia de vontade de fazer, de decidir, de criar, uma pessoa
absolutamente cheia de dúvidas e de riquezas. Vi que você estava pronto a fazer muitas coisas e magnificamente bem tais coisas e uma delas foi essa questão da pintura, a pintura se
anunciou em você como
algo muito forte, potente e cheio de esplendores, você se lança para este lado meio agônico, do expressionismo, do ser humano, das cores densas, tudo isto é muito bonito e prova sua riqueza interior de se expressar, logo eu vi que você é uma pessoa de grande valor, de grande talento, em arte a coisa mais importante é o talento, a coisa mais decisiva na coisa artística é o talento e é sobre o qual tudo se desenvolve."

Carlos Bracher
Ouro Preto - 2004

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"Seu trabalho é o que de melhor vejo
nos últimos dez anos em minha vida,
você tem talento, porém pintar é uma tarefa difícil e de grande responsabilidade, você tem muito trabalho pela frente e é preciso persistência porque sua pintura
é forte e completamente
comprometida com o social."

Carlos Scliar
Ouro Preto - 1999

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"Eu me lembro de uma temporada do Scliar em Ouro Preto, foi posterior a
nossa chegada de NY, foi a primeira vez que o Scliar foi aos Estados Unidos e
nós tivemos em uma retrospectiva de Matisse e ocorria naquele momento no Museu de Arte de Nova York Witney Museum uma retrospectiva de Basquiat
e o Scliar depois dessa nova temporada em Ouro Preto falou: "encontrei aqui
um Basquiat com a vantagem que não
é drogado, é uma pessoa de uma
intuição muito forte" ele me falava de João Evangelista que era uma pessoa que estava ligada à publicidade mas que também começava a se interessar pelas artes plásticas, e comentava isso em vários momentos, sempre falava dessa presença marcante de João Evangelista. Eu comecei a ficar curioso de saber de alguns trabalhos, ele tem até um triptico muito interessante que já faz parte da coleção do Instituto Cultural Carlos Scliar e eu acho que essa seqüência que ele tem dado ao trabalho tem a ver com toda uma postura, toda uma visão pessoal, que atualmente é difícil, quer dizer dentro de uma visão da pintura expressionista hoje ela estaria limitada por todas as seqüências, todas as modernidades, todas as contemporaneidades, que estão sendo pouco incutidas na cabeça dos artistas jovens, o Scliar dizia que o artista jovem até cinqüenta anos estava de fraldas, então acho que ele tem um certa razão, o movimento de arte é o movimento da vida é a seqüência da vida, o trabalho de João Evangelista tem uma seqüência bem de acordo com sua visão de mundo, com suas preocupações, principalmente uma preocupação social, uma preocupação de quem está naquele lado mais obscuro.

Francisco Scliar
Presidente do Instituto Cultura Carlos Scliar e Museólogo, RJ - 2004


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"No trabalho existe uma coisa importante que é uma mensagem fornecida por este individualismo que tanto defendo, quer dizer, não é uma
expressão plástica e subordinada a alguma coisa é apenas o reflexo ou a
constatação de uma realidade tranqüila, acho que sua pintura, vista com olhos puros é extremamente compreensível,
a gente passa a entender você tanto quanto passa a entender por exemplo
o homem que fez os grafites nas grutas

vermelhas, e que nós não conhecemos, mas conhecemos, sabemos que ele é muito mais que uma pessoa que é pronunciada e promovida por meios de televisão ou imprensa, de interesses principalmente, e que passa feito um meteoro, deixa um risquinho luminoso e não significa nada, acho que você deve continuar no seu trabalho, deve continuar a firmar aquilo que você sente, porque é sincero, só isso, não só justifica o que você faz como
afirma para quem olha uma coisa nova, no sentido não de chocar,
mas de constatar, isso eu acho muito importante. Parabéns."

Enrico Bianco
RJ - 2004


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"Mais do que revelar cores e formas e traços Evangelista quer defender sua
causa. No cotidiano busca inspiração para expressar, em óleo sobre tela, as
injustiças que vê pela vida. E a mulher é sua fonte constante, este ser meio
divino meio diabo, cuja força ainda não foi completamente compreendida.
Eterna sofredora, sempre saudosa de seus homens e filhos nas guerras e nas
ruas. Eternamente grávida de tantos fetos, esperançosa de que um dia, algo
ou alguém desvende e salve sua alma."

Mirtes Helena
Editora Adjunta
Jornal Hoje em Dia. BH - 15/05/2005

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"João Evangelista, documentarista e artista plástico, iniciou sua carreira sob
olhos de peso da arte: Carlos Bracher, Scliar, Inimá de Paula, Siron Franco
e o colecionador Gilberto Chateaubrind. O artista sempre prefere o
underground, os excluídos, em galerias onde o povo sofrido busca
resquícios de vida. Entre tantas propostas, Evangelista paira nos limites do
figurativo, na linha do grafite, à maneira de Basquiat."

Morgan da Motta
Membro da ABCA (Associação Brasileira de Críticos de Arte) e da AICA
(Associação Internacional de Críticos de Arte), BH - 2004
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